Tadao Ando (b. 1941) is Japan's leading architect and a designer with a dazzling international reputation. This complete catalogue of Ando's work examines in detail over one hundred buildings and projects, illustrated by drawings, sketches, plans and other material from the architect's own studio. Francesco Dal Co introduces this exhaustive survey, which ranges from the smallest of Ando's private houses from the 1970s to such major commissions as the Church on the Water, Hokkaido (1988), the Japanese Pavilion for Expo 92 in Seville and the Naoshima Contemporary Art Museum (1992). An interview with Ando conducted by Hiroshi Maruyama accompanies essays on Ando's architecture by a range of respected international critics including Peter Eisenman, Kenneth Frampton, Tom Heneghan and Francois Chaslin, together with selected writings by Ando himself.
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14.10.07
[TADAO ANDO]
Publicada por I s a b e l M a r i a D o s à(s) 14.10.07 0 comentários
Etiquetas: Arquitectura, Artes
29.5.07
[TERCEIRO PROJECTO DE SIZA NÃO ABATE ÁRVORES]
Depois de cinco anos de trabalho, muitas versões do mesmo projecto arquitectónico, guerras entre os dois políticos mais importantes de Madrid, e uma baronesa, em protesto, acorrentada a uma árvore, a equipa de Álvaro Siza parece ter conseguido, por fim, um consenso para o novo eixo Prado-Recoletos, uma das mais importantes artérias da capital espanhola. O arquitecto português tinha ganho um concurso público, em 2002, com a ideia de garantir mais espaço na avenida para os peões. Mas, no seu projecto, ainda constavam cinco faixas de rodagem e a alegada necessidade de cortar 900 árvores. Nem as associações ecologistas nem a baronesa Carmen Thyssen, vice-presidente da Fundação Thyssen (que gere o importante museu com o mesmo nome, no Passeio do Prado), concordaram com as propostas de Siza. Nas diferentes versões do projecto foram-se diminuindo as faixas para carros e o número de árvores a amputar. Os representantes do município disseram que se tratava apenas de 29 árvores e que dez já estavam doentes, acrescentando ainda que, quando pediram ideias e sugestões, os ecologistas e a baronesa tinham ficado calados. O caso ganhou ainda mais mediatismo porque representava uma luta entre o alcalde da capital, Alberto Gallardón, e a presidente da comunidade autonómica de Madrid, Esperanza Aguirre. Os dois políticos, que pertencem ao mesmo partido (PP), acabam de ganhar as eleições de domingo com maioria absoluta, repetindo-se nos cargos que já ocupavam. Mas a batalha pelo protagonismo político em Madrid - e, no futuro, muito possivelmente pela liderança do partido - encontrou na remodelação do Passeio do Prado mais um motivo de braço-de-ferro. Gallardón defendia o projecto de Siza. Esperanza, que prometeu à baronesa, caso ganhasse as eleições, um novo museu para a sua enorme e valiosa colecção de arte, garantiu que nem uma árvore seria cortada. Os representantes da equipa de Gallardón explicaram que a única proposta da baronesa, que surgiu quando o projecto já estava finalizado, consistia em construir um túnel, reservando o Passio do Prado exclusivamente para os peões. Juan Hernández de León, o arquitecto que assina o projecto com Álvaro Siza, respondeu com ironia: "É falso que se vá construir uma auto-estrada diante do museu. Mas também não precisamos de mais túneis em Madrid." Referia-se a uma gigantesca obra, a M30. Trata-se de uma circular da cidade, com um túnel de vários quilómetros, que desvia o trânsito do centro, possibilitando assim a esperada redução de faixas no Passeio do Prado, mas cuja construção perturbou, até ao desespero, a qualidade de vida dos condutores madrilenos.Percebendo que a sua (considerável) influência política não chegava, a baronesa decidiu, no ano passado, protestar diante do Museu Thyssen. Estava vestida com um fato branco (calças e casaco), os lábios bem pintados de vermelho, o cabelo loiro penteadíssimo, e rodeada de vários guarda-costas. Deixou que os fotógrafos disparassem as máquinas enquanto posava enrolada em correntes, chegando mesmo a prender-se a uma das árvores ameaçadas, dizendo: "Têm de me cortar primeiro um braço a mim, antes de cortarem estas árvores divinas."O novo e, espera-se, derradeiro projecto de Siza não prevê o corte de qualquer árvore, reduz as faixas de trânsito para três e aumenta o passeio diante do Museu Thyssen de dois metros e meio para dez. A Fundação Thyssen informou num comunicado que não conhecia ainda a nova proposta de Siza. Espera-se agora a reacção da baronesa.
Publicada por I s a b e l M a r i a D o s à(s) 29.5.07 0 comentários
Etiquetas: Arquitectura, Artes Plásticas
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